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Capacitação regional discute os serviços de acolhimento

DSC01515.jpgA Prefeitura de Guanhães, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com o Ministério Público, promoveu na quinta-feira, dia 25 de setembro, a 1ª Capacitação Regional dos Serviços de Acolhimento Institucional da Comarca de Guanhães. O evento foi realizado na Câmara de Vereadores.

Na ocasião, psicólogos e assistentes sociais das cidades de Senhora do Porto, Guanhães, São João Evangelista e Dores de Guanhães participaram da capacitação sobre o acolhimento no abrigo regional Casa Lar Sagrada Família. O local que acolhe crianças e adolescentes das cidades de Guanhães, Senhora do Porto e Dores de Guanhães foi inaugurado em 2010 e atende, anualmente, em média, 18 menores.

O promotor de justiça, Márcio Kakumoto, e o juiz de direito da Comarca de Guanhães, Luís Flávio Ferreira, explanaram sobre “Medida Protetiva x Medida Socioeducativa” em que discutiram as medidas aplicáveis à criança e ao adolescente em situação de infração.

Em seguida, a assistente social da Coordenadoria das Promotorias da Macrorregião do Rio Doce, Sônia Raphael Pascoal, ministrou as palestras “As diretrizes do acolhimento institucional” e “A importância do trabalho com famílias para a garantia do DSC01533.jpgdireito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária”. A assistente social e a psicólogo do Centro Especializado de Assistência Social (CREAS), Ricardo Coelho e Dalila Cunha, apresentaram “O trabalho interdisciplinar da Casa Lar Sagrada Família” e “A importância do trabalho das educadoras sociais”.

Encerrando as atividades do evento, houve a composição de uma mesa redonda, onde Sônia e o assistente social da Cenibra e representante da Frente de Defesa da Criança e Adolescente (FOCON), Wander Medeiros, aplicaram o tema “Regionalização do serviço de acolhimento institucional”, que discutiram assuntos importantes neste processo, como o acolhimento com a classificação de risco, a dificuldade de implantação por parte dos profissionais, a mudança de atitude em relação ao acolhimento, o envolvimento de todos os profissionais de saúde, o entendimento do processo pelos usuários, entre outros.